O
Rev. Orlando Lopes de Morais pastoreou a Igreja durante
sete anos, até o dia 4 de maio de 1964. Coube-lhe
a tarefa de construir a torre do novo templo, já
em uso há vários anos, e desenvolver uma
ação evangelística contínua
nos bairros da vizinhança, no estilo popular
dos famosos “cultos de propaganda” realizados
nomeio das ruas.
Naquela época, a Igreja mantinha também
uma escolinha para crianças numa casa anexa ao
templo, sob a direção da missionária
Ruth Shane e outra no Cardoso, onde funcionava inclusive
um pequeno ambulatório médico. A Igreja,
pois, desde o seu início dedicava espaço
e tempo ao ministério social ajudando os pobres
ao seu redor.
No
período em que ficou sem pastor efetivo, a Igreja
teve a assistência pastoral do Rev. Severino Lira,
hoje Secretário Regional da Sociedade Bíblica
do Brasil em Recife, e do seminarista Adalto Magalhães,
hoje pastor e médico na cidade de Salvador.
O
terceiro pastor efetivo da Igreja foi o Rev. Marcos
José de Almeida Lins, eleito no dia 31 de janeiro
de 1965, em assembléia presidida pelo Rev. Josibias
Marinho. Foi empossado no dia 14 de março do
ano seguinte. No seu período na Madalena, além
de reorganizar as Sociedades Domésticas e a administração
da Igreja e retomar o trabalho de evangelização,
a Igreja adquiriu um apartamento no Prado, que veio
a servir como “casa pastoral” durante alguns
anos, uma Kombi, que serviu aos trabalhos de evangelização,
e procedeu à organização formal
do Educandário Presbiteriano da Madalena, mantido
pela Igreja.
O pastorado do Rev. Marcos foi interrompido por pedido
de renúncia, em carta endereçada ao Conselho
no dia 01 de dezembro de 1965. Para tomar o seu lugar,
foi indicado o Rev. Edwin Raynard Arehart, da Missão
Presbiteriana, na condição de pastor evangelista.
Era e4sposo da Sra. Francês Arehart, musicista
e regente do nosso Coral do algum tempo.
No dia 01 de abril de 1966, o Rev. Marcos reassumiu
o pastorado da Igreja, agora em regime de tempo parcial,
considerando que estava também trabalhando para
a Cruzada ABC. Apesar de todo o seu desprendimento e
dedicação, em fins de maio do ano seguinte
(1967), o Rev. Marcos, pressionado por obrigações
profissionais assumidas, resolveu, deixar o Ministério
Pastoral e comunicou o fato ao Presbitério e
ao Conselho da Igreja.
O Presbitério aprovou a sua exoneração
administrativa, conforme pedido seu. O Rev. Marcos,
então, passou a ser membro da Igreja (da própria
Madalena), foi eleito presbítero e nela ficou
até ir morar em São Paulo, trabalhando
para a Price Waterhouse. Aposentado, voltou a morar
em Recife, retornou ao Ministério e vem servindo
à Igreja tanto a nível local, como nacional.
Ultimamente, tem sido Presidente da Universidade Mackenzie,
em São Paulo. |