1.
Ênfase no Ensino da Palavra.
Igreja
baseada no poder ilimitado da Palavra de Deus. A Bíblia
é o ponto de partida e de chegada para todo ministério
da igreja. A Bíblia é a visão maior,
a lente mais ampla, o instrumento mais potente, através
do qual a igreja tem que viver. Igreja que vive da força
da sua pregação. A pregação
para a transformação de vidas, deve ocupar
o lugar central. Uma pregação ungida,
criativa, sólida e contextualizada deve ser um
dos carros-chefes do ministério da igreja.
2. Ênfase
na Oração.
Igreja
que entende a oração como a fonte de um
poder ilimitado para transformar a si mesma, e capacitar
para realizar aquilo para o que Deus, nos tem chamado
a fazer. Igreja que tem a oração, como
sendo a força mais essencial ao seu ministério.
Nada será tão eficiente sem a força
da oração, e tudo será suficiente
quando alimentado por ela. Não há a menor
possibilidade de ser e existir como igreja, sem um sério
investimento na oração, fazendo dela a
mais poderosa bandeira comunitária.
3. Presença
do Espírito Santo.
Igreja
aberta a atuação do Espírito Santo,
que entende a capacitação dada por Deus
no pentecostes para sair a partir de Jerusalém
e fazer discípulos de todas as nações.
Igreja capacitada pelo Espírito Santo, a falar
a língua dos povos e que busca andar em obediência
à sua direção, a semelhança
do que aconteceu em Antioquia, em Atos 13:1-3.
4. Modelo Eclesiástico
centralizado nos Dons e Ministérios:
Todo
cristão tem um, ou mais dons espirituais, concedidos
pelo Espírito Santo de Deus (1 Cor 12). Baseado
nesta verdade elementar, cada cristão descobre
seu dom espiritual e o desenvolve entendendo por ministério
o espaço, no qual pessoas de um mesmo dom se
encontram para desenvolver o seu chamado específico.
Quantos
forem os dons descobertos no seio da comunidade, tantos
serão os ministérios existentes nela.
5. Forte Ênfase
nos Componentes Familiares:
Um
dos seus principais focos de ação precisa
ser a família e seus membros. Através
dos grupos pequenos, seminários, encontros de
casais, retiros, acampamentos etc., pode-se alcançar
e trabalhar os componentes da família, na busca
de fazê-los mais saudáveis: física,
emocional e espiritualmente.
6. Pequenos Grupos:
Os
pequenos grupos são espaços, nos quais
as pessoas despersonalizadas pela multidão de
uma grande cidade, encontram sentido para a vida. Possui
uma força aglutinadora, sendo eles instrumentos
de discipulado, germinadores da visão da igreja,
instrumentos de evangelização, espaço
de realização dos dons e ministérios
da igreja. Pequenos grupos de interesse
que atingem as mais variadas necessidades do ser humano.
7. Estilo de Culto
Próprio:
A
igreja deve descobrir por si mesma, a partir de sua
própria realidade e do lugar no qual vive, que
modelo de liturgia, melhor será adequado às
suas necessidades e as das pessoas as quais quer alcançar.
Deve desejar um culto contemporâneo, criativo,
informal, espontâneo, participativo, centrado
no louvor e na pregação, para transformar
vidas.
Em
todas essas características, a flexibilidade
é a palavra de ordem. Não deve, sob hipótese
alguma, permitir que qualquer coisa transforme-se em
tradição capaz de matar a capacidade de
renovação. O culto deve sempre ser repensado,
para que a cada domingo melhore, no intuito de alcançar
pessoas e através desses frutos, glorificar a
Deus.
8. Igreja Urbana
Voltada para a Cidade:
A
realidade deste início de século é
essencialmente urbana. A cultura de uma nação
é basicamente formada nas suas grandes cidades.
Ganhando as grandes cidades, conquista-se o país.
A igreja deve pensar na realidade urbana. Seus horários,
sua forma de funcionamento, sua administração,
o lugar de reuniões etc., tudo deverá
ser determinado pela realidade urbana, que marca a vida
de cada um dos seus membros e daqueles que devem ser
alcançados.
9. Estilo de Liderança
Pastoral baseado no Princípio da Mentorização
(Tutorização):
Estilo
de liderança, que tem no Pastor, um mentor e
incentivador dos ministérios. Uma liderança
pastoral, que abre espaço através da mentoria
para o florescimento das lideranças leigas na
igreja. Juntamente com o pastor, aprendem a pastorear
o povo de Deus à semelhança daquilo, que
aconteceu com Moisés depois de ter recebido o
conselho ministerial de Jetro no deserto (conferir Êxodo
18: 13-27).
10. Cultura de Crescimento,
Reprodução e Parceria:
A
Igreja será um agente de crescimento e reprodução
comunitária. A igreja jamais deve deixar-se capturar
por uma cultura de manutenção, antes,
deverá sempre buscar crescimento, resultado tanto
visível quanto invisível, tanto em quantidade,
quanto em qualidade. Uma visão reprodutiva, comprometida
com a plantação de novas igrejas e a busca
de parcerias e alianças com igrejas, que estejam
abertas a construir sólidos projetos na plantação
de igrejas. |