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Aos domingos:
Culto Matinal
9h
Culto Vespertino
18h
As quartas-feiras:
Culto de Oração
19h30
As sextas-feiras:
Disciplulado
19h30









Anunciando o evangelho integral ao ser humano completo
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1. Ênfase no Ensino da Palavra.
          Igreja baseada no poder ilimitado da Palavra de Deus. A Bíblia é o ponto de partida e de chegada para todo ministério da igreja. A Bíblia é a visão maior, a lente mais ampla, o instrumento mais potente, através do qual a igreja tem que viver. Igreja que vive da força da sua pregação. A pregação para a transformação de vidas, deve ocupar o lugar central. Uma pregação ungida, criativa, sólida e contextualizada deve ser um dos carros-chefes do ministério da igreja.

2. Ênfase na Oração.
          Igreja que entende a oração como a fonte de um poder ilimitado para transformar a si mesma, e capacitar para realizar aquilo para o que Deus, nos tem chamado a fazer. Igreja que tem a oração, como sendo a força mais essencial ao seu ministério. Nada será tão eficiente sem a força da oração, e tudo será suficiente quando alimentado por ela. Não há a menor possibilidade de ser e existir como igreja, sem um sério investimento na oração, fazendo dela a mais poderosa bandeira comunitária.

3. Presença do Espírito Santo.
          Igreja aberta a atuação do Espírito Santo, que entende a capacitação dada por Deus no pentecostes para sair a partir de Jerusalém e fazer discípulos de todas as nações. Igreja capacitada pelo Espírito Santo, a falar a língua dos povos e que busca andar em obediência à sua direção, a semelhança do que aconteceu em Antioquia, em Atos 13:1-3.

4. Modelo Eclesiástico centralizado nos Dons e Ministérios:
          Todo cristão tem um, ou mais dons espirituais, concedidos pelo Espírito Santo de Deus (1 Cor 12). Baseado nesta verdade elementar, cada cristão descobre seu dom espiritual e o desenvolve entendendo por ministério o espaço, no qual pessoas de um mesmo dom se encontram para desenvolver o seu chamado específico.
          Quantos forem os dons descobertos no seio da comunidade, tantos serão os ministérios existentes nela.

5. Forte Ênfase nos Componentes Familiares:
          Um dos seus principais focos de ação precisa ser a família e seus membros. Através dos grupos pequenos, seminários, encontros de casais, retiros, acampamentos etc., pode-se alcançar e trabalhar os componentes da família, na busca de fazê-los mais saudáveis: física, emocional e espiritualmente.

6. Pequenos Grupos:
          Os pequenos grupos são espaços, nos quais as pessoas despersonalizadas pela multidão de uma grande cidade, encontram sentido para a vida. Possui uma força aglutinadora, sendo eles instrumentos de discipulado, germinadores da visão da igreja, instrumentos de evangelização, espaço de realização dos dons e ministérios da igreja. Pequenos grupos de interesse que atingem as mais variadas necessidades do ser humano.

7. Estilo de Culto Próprio:
          A igreja deve descobrir por si mesma, a partir de sua própria realidade e do lugar no qual vive, que modelo de liturgia, melhor será adequado às suas necessidades e as das pessoas as quais quer alcançar. Deve desejar um culto contemporâneo, criativo, informal, espontâneo, participativo, centrado no louvor e na pregação, para transformar vidas.
          Em todas essas características, a flexibilidade é a palavra de ordem. Não deve, sob hipótese alguma, permitir que qualquer coisa transforme-se em tradição capaz de matar a capacidade de renovação. O culto deve sempre ser repensado, para que a cada domingo melhore, no intuito de alcançar pessoas e através desses frutos, glorificar a Deus.

8. Igreja Urbana Voltada para a Cidade:
          A realidade deste início de século é essencialmente urbana. A cultura de uma nação é basicamente formada nas suas grandes cidades. Ganhando as grandes cidades, conquista-se o país. A igreja deve pensar na realidade urbana. Seus horários, sua forma de funcionamento, sua administração, o lugar de reuniões etc., tudo deverá ser determinado pela realidade urbana, que marca a vida de cada um dos seus membros e daqueles que devem ser alcançados.

9. Estilo de Liderança Pastoral baseado no Princípio da Mentorização (Tutorização):
          Estilo de liderança, que tem no Pastor, um mentor e incentivador dos ministérios. Uma liderança pastoral, que abre espaço através da mentoria para o florescimento das lideranças leigas na igreja. Juntamente com o pastor, aprendem a pastorear o povo de Deus à semelhança daquilo, que aconteceu com Moisés depois de ter recebido o conselho ministerial de Jetro no deserto (conferir Êxodo 18: 13-27).

10. Cultura de Crescimento, Reprodução e Parceria:
          A Igreja será um agente de crescimento e reprodução comunitária. A igreja jamais deve deixar-se capturar por uma cultura de manutenção, antes, deverá sempre buscar crescimento, resultado tanto visível quanto invisível, tanto em quantidade, quanto em qualidade. Uma visão reprodutiva, comprometida com a plantação de novas igrejas e a busca de parcerias e alianças com igrejas, que estejam abertas a construir sólidos projetos na plantação de igrejas.